Camerata Brasileira
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Wissenswertes
[Versão em Português abaixo]
Improvisation, choro, swing, jazz, samba, electronic/techno, mutation, tradition, contemporary Brazil, music... just music.
The choro has already been a musical gender, a style, a way of performing... anyway, it has received a series of concepts (and misconcepts) which gave it faces and labels. For Camerata Brasileira, the choro is a celebration of life: more than technique or wisdom, it is knowledge and art, and so being it surpasses music and becomes part of our daily lives. If Camerata performs it in two or three parts, in the correct style, with the adequate structures, anyway... it doesn’t matter. Camerata does it only because it’s music, and that’s what these guys like to do, by an imperative biological or aesthetical need - who knows?
Camerata signs its creations with a personal touch, in which one can identify many of the contributions every one of them slowly brings into the whole. Sources? There are many of them... Maybe all of those cited in the beginning of this text.
Their nowadays repertoire includes pieces by Pixinguinha, Baden Powell, Hermeto Pascoal, Jacob do Bandolim, Sivuca, Heitor Villa-Lobos and Tom Jobim, besides their own pieces. But don’t be surprised if they come out with an unknown composer, a musical freak or a non-ortodox proposal, for their north is music... just music.
Marcello Campos
Journalist
----------------------------------------
Improvisação, choro, swing, jazz, samba, eletrônico, mutação, tradição, Brasil contemporâneo, música... simplesmente música.
O choro já foi gênero, estilo, maneira de tocar, enfim, recebeu uma série de conceitos (e preconceitos) que lhe deram feições e rótulos. Para a Camerata Brasileira, o choro é uma celebração da vida: mais do que técnica ou saber é conhecimento e arte, e como tal transcende a música e se transporta para o dia-a-dia. Se o fazem em duas ou três partes, no estilo correto, com as estruturas adequadas, enfim... não importa. Fazem-no simplesmente porque é música, e é o que gostam de fazer, por imperiosa necessidade que, se biológica ou estética, não o sabem.
Assinam suas criações com toques pessoais, nas quais podem ser identificadas muitas das contribuições que, paulatinamente, cada um deles traz para a construção do todo. Fontes? Bebem em muitas... Talvez em todas as elencadas no início deste texto.
Seu repertório contempla atualmente obras de Pixinguinha, Baden Powell, Hermeto Pascoal, Jacob Do Bandolim, Sivuca, Heitor Villa-Lobos e Tom Jobim, além de composições próprias. Porém não estranhe se aparecerem com algum compositor desconhecido, com alguma "esquisitice" musical ou com alguma proposta pouco ortodoxa. Afinal, seu norte é a música... simplesmente música.
Marcello Campos
Jornalista
Improvisation, choro, swing, jazz, samba, electronic/techno, mutation, tradition, contemporary Brazil, music... just music.
The choro has already been a musical gender, a style, a way of performing... anyway, it has received a series of concepts (and misconcepts) which gave it faces and labels. For Camerata Brasileira, the choro is a celebration of life: more than technique or wisdom, it is knowledge and art, and so being it surpasses music and becomes part of our daily lives. If Camerata performs it in two or three parts, in the correct style, with the adequate structures, anyway... it doesn’t matter. Camerata does it only because it’s music, and that’s what these guys like to do, by an imperative biological or aesthetical need - who knows?
Camerata signs its creations with a personal touch, in which one can identify many of the contributions every one of them slowly brings into the whole. Sources? There are many of them... Maybe all of those cited in the beginning of this text.
Their nowadays repertoire includes pieces by Pixinguinha, Baden Powell, Hermeto Pascoal, Jacob do Bandolim, Sivuca, Heitor Villa-Lobos and Tom Jobim, besides their own pieces. But don’t be surprised if they come out with an unknown composer, a musical freak or a non-ortodox proposal, for their north is music... just music.
Marcello Campos
Journalist
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Improvisação, choro, swing, jazz, samba, eletrônico, mutação, tradição, Brasil contemporâneo, música... simplesmente música.
O choro já foi gênero, estilo, maneira de tocar, enfim, recebeu uma série de conceitos (e preconceitos) que lhe deram feições e rótulos. Para a Camerata Brasileira, o choro é uma celebração da vida: mais do que técnica ou saber é conhecimento e arte, e como tal transcende a música e se transporta para o dia-a-dia. Se o fazem em duas ou três partes, no estilo correto, com as estruturas adequadas, enfim... não importa. Fazem-no simplesmente porque é música, e é o que gostam de fazer, por imperiosa necessidade que, se biológica ou estética, não o sabem.
Assinam suas criações com toques pessoais, nas quais podem ser identificadas muitas das contribuições que, paulatinamente, cada um deles traz para a construção do todo. Fontes? Bebem em muitas... Talvez em todas as elencadas no início deste texto.
Seu repertório contempla atualmente obras de Pixinguinha, Baden Powell, Hermeto Pascoal, Jacob Do Bandolim, Sivuca, Heitor Villa-Lobos e Tom Jobim, além de composições próprias. Porém não estranhe se aparecerem com algum compositor desconhecido, com alguma "esquisitice" musical ou com alguma proposta pouco ortodoxa. Afinal, seu norte é a música... simplesmente música.
Marcello Campos
Jornalista
Brasilien - Porto Alegre